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Fumanchu Web Rádio

domingo, 24 de maio de 2015

Família gay é ‘inconstitucional’, diz deputado Presidente da comissão especial que analisa o Estatuto da Família, Sóstenes Cavalcante diz que Constituição só admite núcleo familiar composto por homem e mulher. Deputado quer votar em junho proposta que ameaça adoção por casais homossexuais

Congresso em foco

Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Para presidente da comissão especial, família formada por casais gays não pode ter proteção do Estado
Pastor evangélico ligado ao líder da Assembleia de Deus Silas Malafaia, o deputado Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ) preside a comissão especial criada para analisar o Projeto de Lei 6583/13, o chamado Estatuto da Família. No que depender do deputado, que pretende pautar a votação da proposta no mês que vem, casais homossexuais não poderão mais adotar filhos. Embora não seja o responsável pelo relatório final, o deputado diz ser totalmente contrário a qualquer constituição familiar cujo núcleo não seja formado por um homem e uma mulher. Para ele, a união entre pessoas do mesmo sexo não forma uma família e é “inconstitucional”.
“O trabalho que estamos fazendo é, basicamente, cumprir o que determina a Constituição. De que a base da família seja formada por um homem e uma mulher. Qualquer coisa que não tenha essa base é inconstitucional”, afirmou o deputado ao Congresso em Foco.
Designado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Sóstenes assumiu a presidência da comissão especial com a tarefa de acelerar a votação do projeto de lei relatado agora pelo deputado Diego Garcia (PHS-PR). A proposta tramita em caráter terminativo, o que dispensa a obrigatoriedade de sua passagem pelo plenário. Mas o deputado reconhece que, devido à polêmica que o tema suscita, haverá recurso para que a discussão seja estendida a todos os parlamentares no início do segundo semestre.
Sóstenes diz que a união afetiva entre pessoas do mesmo sexo contraria o artigo 226 daConstituição, que estabelece que “a família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado”. No terceiro parágrafo desse dispositivo, o texto diz que “para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. Esse tipo de interpretação, no entanto, é contestado por juristas e entidades ligadas aos direitos humanos, que defendem o reconhecimento de famílias a partir das relações homoafetivas.
Resposta no Senado
Em contraposição ao projeto da Câmara, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) apresentou no Senado o Estatuto das Famílias. “O Estatuto das Famílias – no plural – contempla a proteção de todas as estruturas familiares presentes na sociedade moderna, diferentemente de projeto que tramita na Câmara dos Deputados e que propõe rotular família como instituição apenas formada a partir de um homem e uma mulher”, explica. A proposta está em análise na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.
Lídice argumenta que não é possível fingir desconhecer a realidade social vigente e “tapar com o sol com a peneira”. Para a senadora, é preciso reconhecer que há inúmeras possibilidades de formação de família e garantir os mesmos direitos a essas composições. “Na essência, o Estatuto das Famílias considera o amor e o respeito ao próximo e a luta contra todas as formas de violência e preconceito, defende.  
Só homem e mulher
Apresentado pelo deputado Anderson Ferreira (PR-PE), o Estatuto da Família pretende restringir a “entidade familiar como o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou união estável, ou ainda por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”.
A partir deste núcleo, o projeto lista uma série de proteções na área da saúde, educação, que o Estado deve conceder a esse tipo específico de família, como, por exemplo, atenção integral dos membros da família por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Programa de Saúde da Família. Os críticos do projeto afirmam que os casais homoafetivos, por exemplo, poderiam não ter mais esse tipo de assistência especificada no Estatuto da Família.
O projeto também  prevê a instituição da disciplina “Educação para família” e até o Dia de Valorização da Família, que ocorreria no dia 21 de outubro de cada ano. “A família vem sofrendo com as rápidas mudanças ocorridas em sociedade, cabendo ao Poder Público enfrentar essa realidade, diante dos novos desafios vivenciados pelas famílias brasileiras”, escreve o deputado Anderson Ferreira na justificativa de sua proposta.
“Na verdade, nós queremos ampliar o debate à sociedade para que tenhamos um relatório ainda no primeiro semestre”, diz Sóstenes. Em maio, a comissão pretende realizar duas audiências públicas semanais e discutir o assunto em nove estados.
Outras matérias que tramitam na Câmara também tentam vetar núcleos familiares formados por casais homossexuais. A deputada Júlia Marinho (PSC-PA), outra integrante da bancada evangélica da Câmara, por exemplo, apresentou um projeto de lei com o intuito de alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), de maneira que seja proibida a adoção de crianças por casais homoafetivos.
Direitos humanos
Deputado em primeiro mandato, o pastor Sóstenes Cavalcante se elegeu com o apoio do também pastor Silas Malafaia, um dos mais influentes líderes evangélicos do país e ferrenho opositor dos homossexuais. O deputado assumiu a presidência da comissão especial do Estatuto da Família após acordo costurado por Eduardo Cunha, também evangélico.
Sóstenes lançou candidatura avulsa à presidência da Comissão de Direitos Humanos, à revelia do seu partido, o PSD. Para não criar embaraços com o PT, a liderança do partido passou o deputado para a suplência, o que lhe retirou o direito de disputar a presidência. Como recompensa, assumiu o comando das discussões do Estatuto da Família.

Câmara banca comilança de deputados Parlamentares usam cota parlamentar até para almoçar duas vezes no domingo e fazer lanches dignos de lutadores de MMA. Um deles já gastou R$ 11 mil com refeições desde fevereiro. Tudo ressarcido com dinheiro público

WILSON LIMA
Congresso em foco

Gustavo Lima / Câmara dos Deputados
Deputado gastou o equivalente a 24 cestas básicas em cerca de 100 dias com alimentação
As notas fiscais apresentadas para obtenção de ressarcimento pelo deputado federal Francisco Floriano (PR-RJ), no início da atual legislatura, mostram que ele é um homem com muito apetite. A ponto de almoçar duas vezes no mesmo dia ou de fazer lanches que seriam dignos de atletas de MMA. Até embalagens para “quentinhas” Floriano custeou com verba da Câmara.
Em menos de quatro meses, o parlamentar gastou R$ 8.631,16 da Cota de Auxílio de Atividade Parlamentar (Ceap) a título de “fornecimento de alimentação”. Em cerca de 100 dias, o deputado gastou o equivalente a 24 cestas básicas, quando levado em consideração o valor da cesta básica paulista, que é de R$ 354,19 – a mais cara do país. Apesar de gastar R$ 8,6 mil, ele não foi o campeão de dispêndios com alimentação na Câmara. O deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC)  foi o que mais gastou com comida neste início da legislatura, conforme dados da Operação Política Supervisionada (OPS). As despesas com alimentação do peemedebista chegaram a R$ 11,1 mil desde fevereiro. Pelas regras da Casa, a cota só pode ser usada para bancar refeições do parlamentar.
No dia 8 de fevereiro, um domingo, Floriano almoçou no Restaurante Carioca, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Depois do almoço, apresentou duas notas fiscais pedindo ressarcimento à Câmara utilizando a cota de auxílio de atividade parlamentar. Uma das notas tinha valor de R$ 209,44 e outra, de R$ 227. Foram dois pratos de picanha assada, um deles acompanhado com purê de batata e outro com banana à milanesa. Uma nota foi emitida às 15h23 e outra às 15h43 conforme revelam os comprovantes fiscais.
Teoricamente, domingo é dia de folga dos parlamentares. Não foram registradas atividades políticas no restaurante da Barra da Tijuca, onde o deputado almoçou. Além das refeições, ele também custeou, com verba da Câmara, couvert artístico de R$ 38 no mesmo estabelecimento. A casa cobra couvert artístico individual de R$ 19. O valor foi incluído na mesma nota fiscal dos alimentos consumidos.
Em um sábado, dia 2 de maio, às 21h37, o congressista fez um lanche digno de atleta de MMA. Segundo nota apresentada por ele à Câmara, Floriano consumiu, em uma casa chamada Bili Bali Sucos, 500 ml de água de coco, um leite de amêndoas, um hambúrguer, uma porção de queijo prato, um ovo frito, uma salada, uma fruta do conde, uma porção de filé mignon e mais duas porções de açaí. O valor da nota: R$ 85,30.
Primeiro almoço foi pago às 15h23...
Esse não foi o único lanche de peso do deputado. No dia 6 de março deste ano, uma sexta-feira, o parlamentar também estava no Jardim Botânico (RJ), igualmente na Bili Bali Sucos e fez uma refeição às 23h13. A nota tinha valor de R$ 158,18. Na alimentação de Francisco Floriano, estavam três pratos de filé mignon, duas Coca-Colas em lata, uma Coca de 500 ml, três ovos fritos, uma porção de queijo prato, duas saladas, um açaí em tigela, outro açaí de 300 ml e um hambúrguer.
Aliás, essa não foi a única nota fiscal apresentada para justificar gastos com açaí. No dia 11 de março, o parlamentar comprou um açaí com banana no valor de R$ 13,90 e ainda bancou o custo da embalagem para viagem, que custava R$ 1,00. Um outro gasto com refeição encomendada para viagem ocorreu no dia 31 de março. Conforme nota apresentada à Câmara, ele gastou R$ 53 em um “frango com embalagem”, em um restaurante da Asa Sul, em Brasília. Em todos os casos, ele pediu ressarcimento das despesas à Câmara por meio da cota criada para custear despesas atreladas ao mandato.
Nestes menos de quatro meses de legislatura, também foram identificadas outras pequenas despesas, todas custeadas com a verba da Câmara. Foram pelo menos quatro notas fiscais apresentadas para lanches no McDonald’s, além de outros documentos fiscais para pedir ressarcimento por salgados. Como o caso de uma nota de R$ 3,20 em que o parlamentar cobrou o pagamento de um “folhado doce”. O lanche ocorreu no Rio de Janeiro às 12h12 do dia 6 de março – uma sexta-feira.
A Câmara permite a utilização do cotão para despesas alimentares. No entanto, elas precisam estar vinculadas à realização da atividade parlamentar. Além disso, o art. 14 do Ato da Mesa Diretora que disciplina a utilização do Ceap, afirma que “a cota não poderá ser antecipada ou transferida de um beneficiário para outro”. Ou seja, o deputado pode até se alimentar com verba da Câmara, mas isso somente pode ocorrer com a comprovação de que foi uma alimentação paga durante atividade parlamentar e o benefício não pode ser estendido a assessores, amigos, familiares ou funcionários.
Desde quarta-feira o Congresso em Foco procura o deputado fluminense para obter explicações sobre seus gastos, mas não houve retorno. Já o deputado Peninha Mendonça (PMDB-SC) disse, em nota oficial, que apesar dos custos com alimentação, ele “economizou em outros itens, tais como: publicidade, combustível, aluguel, passagens aéreas, etc.”
E o segundo foi pago às 15h43


Confira algumas das notas fiscais apresentadas pelo deputado

Homem preso pela polícia confessa ter matado psicóloga na Grande Natal/RN.

O homem preso pela polícia na manhã deste sábado (23) no município de Barcelona confessou ter matado a facadas a psicóloga Natália Tâmara Macêdo, de 24 anos, na última sexta-feira (22). De acordo com o delegado Raimundo Rolim, responsável pelas investigações, Carlos André dos Santos afirmou que estava sob efeito de álcool no momento do crime. Ele foi preso em flagrante e autuado por homicídio duplamente qualificado. O corpo da psicóloga foi enterrado na tarde deste sábado (23).

De acordo com o delegado Raimundo Rolim, Carlos André afirmou que atraiu a vítima dizendo que tinha umas frutas para a mãe dela na casa dele. De acordo com o depoimento, Natália foi ao local buscar as frutas e chegando lá foi assediada pelo criminoso. Ela reagiu e deu-se início a uma luta corporal. "Ele disse que então pegou uma faca de serra, dessas de cortar pão, e deu várias facadas no pescoço dela", afirmou o delegado.

Carlos André relatou ainda que enrolou o corpo em um lençol, colocou no carro dele e levou até a estrada onde o corpo foi encontrado. Em seguida, de acordo com o delegado, ele fugiu e chegou a pedir abrigo a um primo em Santa Cruz, mas teve o pedido negado. "Então ele foi para Barcelona e se hospedou em uma pousada e ficou lá até a manhã de hoje (sábado)", disse.

A polícia apreendeu o carro usado na fuga e o veículo será submetido a uma perícia do Itep. Via g1/RN.

Valdemar Tibá

Suspeito de matar grávida de 8 meses diz que se arrepende por ter tirado duas vidas

Vitalmo Pereira de Sousa, 64 anos, é suspeito de ter matado a jovem Milena Araújo dos Santos, 19 anos, com cerca de 20 facadas na última sexta-feira. O crime aconteceu em Água Branca, cidade localizada a 100 quilômetros de Teresina, Milena estava grávida de oito meses. O suspeito, preso em flagrante, confessou o crime durante depoimento e afirmou estar arrependido de tirar a vida da jovem e do bebê.
De acordo com o titular da Delegacia Regional de Água Branca, Ricardo Moura, o crime foi passional, já que o acusado teria matado por ciúmes. "Primeiro ele veio com uma história de que alguém havia entrado na casa para assaltar, mas nada foi levado. Depois ele confessou o crime e disse que matou porque viu a jovem conversando no celular com um rapaz. Ele tinha um ciúme doentio, era apaixonado por ela e ela não o correspondia. Então ele explodiu e praticou o homicídio", informou o delegado.
Vitalmo Sousa afirmou em depoimento que Milena Santos era sua sobrinha de consideração e que os dois vieram do Pará para o Piauí procurando atendimento a saúde no estado. Durante o depoimento, o acusado revelou que chegou a golpear a vítima com um martelo, a ferramenta foi encontrada no local do crime e a polícia encontrou vestígios do couro cabeludo da jovem no objeto.
"Durante o depoimento ele deu alguns detalhes, ele negou que tenha tido relações sexuais com a Milena e disse que o filho dela seria de um namorado. Eu perguntei a ele 'O senhor está arrependido?' e ele me respondeu 'estou sim porque tirei duas vidas'".
O delegado afirmou que após a conclusão do inquérito, Vitalmo Sousa deverá responder pelos crimes de feminicídio e aborto, já que ele tinha consciência de que ela estava grávida.
Lucas Marreiros (Especial para o Cidadeverde.com)
redacao@cidadeverde.com

Iraque inicia contra-ataque para retomar Ramadi do Estado Islâmico Soldados iraquianos têm ajuda de milícias xiitas e de bombardeios aéreos. Coalizão lançou 22 ataques no Iraque e na Síria desde sexta-feira.

Do G1, em São Paulo

Um comboio de tropas do exército do Iraque e de milícias muçulmanas xiitas partiram de uma base perto da cidade de Ramadi neste sábado (23) para avançar em direção às áreas controladas pelo grupo Estado Islâmico (EI), disse um porta-voz xiita. A contra-ofensiva foi lançada para reverter as impressionantes conquistas dos insurgentes jiahdistas na região.
A tomada de Ramadi pelo EI, em 17 de maio, poderá ser um golpe devastador para o fraco governo central de Bagdá. Os jihadistas muçulmanos sunitas do grupo agora controlam grande parte da província de Anbar, da qual Ramadi é capital, e podem ameaçar as aproximações do Ocidente sobre Bagdá, que fica a 100 km de Ramadi, ou até mesmo avançar pelo sul, rumo ao coração do reduto xiita do Iraque. O grupo também tomou controle de um posto de fronteira entre o Iraque e a Síria, o que permitiria a ele ampliar sua área de influência.
O contra-ataque do Exército conta com a ajuda de grupos paramilitares xiitas, enviados pelo premiê iraquiano, Haider al-Abadi, um xiita, em desvantagem devido à moral e coesão baixas entre suas forças de segurança. A medida, no entanto, tem risco de aumentar a tensão com a população de Anbar, província predominantemente sunita.
Jaffar Husseini, porta-voz do grupo paramilitar xiita Kataib Hezbollah, disse que enviou mais de 2 mil reforços que haviam conseguido proteger Khalidia e a estrada que a liga à Habbaniya.
Sunitas deslocados que fogiram da violência na cidade de Ramadi, no Iraque, chegam aos arredores de Bagdá (Foto: REUTERS/Stringer)Sunitas deslocados que fogiram da violência na cidade de Ramadi, no Iraque, chegam aos arredores de Bagdá (Foto: REUTERS/Stringer)
"Hoje vamos testemunhar o lançamento de algumas operações táticas que preparam o terreno para uma eventual libertação de Ramadi", disse à agência Reuters, por telefone.
Azzal Obaid, membro do Conselho Provincial de Anbar, disse que centenas de combatentes xiitas, que chegaram à base aérea de Habbaniya na semana passada, depois que o EI tomou Ramadi, se posicionaram em Khalidiya e estavam se aproximando de Siddiqiya e Madiq, cidades no território disputado perto de Ramadi.
Comandantes da operação disseram à France Presse que as tropas iraquianas conseguiram reconquistar posições do EI. Um coronel da polícia iraquiana que pediu anonimato citou a libertação da delegacia de Husaybah, sete quilômetros ao leste de Ramadi, e de seus arredores. Segundo ele, também apoiam a operação a polícia local e a federal, assim como a força de intervenção rápida do ministério do Interior e combatentes tribais.
Bombardeios aéreos
Os soldados iraquianos também contam com a ajuda da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, que desde sexta-feira realizou 22 ataques aéreos contra alvos do Estado Islâmico desde sexta-feira, incluindo quatro perto de Ramadi.
Os ataques próximos de Ramadi atingiram unidades táticas, veículos armados e uma posição de luta em territórios controlados por militantes.
Forças de coalizão atacaram ainda cinco locais em poder do Estado Islâmico na Síria entre sexta e sábado, segundo um comunicado da Força Tarefa Conjunta Combinada emitido neste sábado.
A perda de Ramadi é o mais grave revés para as tropas iraquianas em quase um ano e lançou dúvidas sobre a eficácia da estratégia dos Estados Unidos, de fazer ataques aéreos para ajudar Bagdá a parar o Estado Islâmico, que controla um terço do Iraque e da vizinha Síria.

Fuga de moradores
A tomada de Ramadi pelo EI provocou a fuga de quase 25 mil pessoas, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). A mioria delas foi para a capital Bagdá. Muitos tiveram que escapar do grupo extremista pela segunda vez, já que 130 mil deixaram a cidade iraquiana em abril.
"Nada é mais importante agora do que ajudar as pessoas que fogem de Ramadi. Elas estão em apuros e precisamos fazer todo o possível para ajudá-las", disse a coordenadora humanitária da ONU no Iraque, Lise Grande.
Agências da ONU e outras organizações de ajuda estão dando assistência a mais de 2,5 milhões de pessoas deslocadas e refugiadas no Iraque, mas os recursos estão quase acabando e 56 programas de saúde terão de fechar em junho, acrescentou o comunicado.
Civis refugiados recebem ajuda humanitária da ONU em um acampamento em Amiriyat al-Fallujah, no Iraque. A entidade está apressando a ajuda com alimentos para os milhares de moradores que fugiram de Ramadi após a cidade ser tomada pelo Estado Islâmico (Foto: Hadi Mizban/AP)Civis refugiados recebem ajuda humanitária da ONU em um acampamento em Amiriyat al-Fallujah, no Iraque. A entidade está apressando a ajuda com alimentos para os milhares de moradores que fugiram de Ramadi após a cidade ser tomada pelo Estado Islâmico (Foto: Hadi Mizban/AP)

sábado, 23 de maio de 2015

Sósia de Aryane Steinkopf, Janaina Santucci vai ser capa da “Playboy”

Portal do Holanda

Sósia de Aryane Steinkopf, Janaina Santucci vai ser capa da “Playboy”
Reprodução Instagram


Janaina Santucci, sósia de Aryane Steinkopf, será capa da edição de junho da “Playboy”.
A modelo ganhou destaque em 2013 ao namorar Wellington junior, ex-de Aryane e chamou a atenção pela semelhança com ex-panicat.
Santucci e Wellington se separaram no fim do ano passado e têm um filho juntos.
Reprodução Instagram
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