fan page

Fumanchu Web Rádio

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Vice-governador de Goiás é baleado; candidato a prefeito morre Um homem parou em frente a carro de Eliton e disparou, diz assessoria. José Eliton (PSDB) foi levado a hospital; atirador morreu baleado.

Do G1 GO









O vice-governador de Goiás, José Eliton (PSDB), foi baleado no abdômen durante uma carreata nesta quarta-feira (28), em Itumbiara, região sul de Goiás. Um atirador atingiu quatro pessoas e foi morto por membros da segurança do vice-governador. Dois morreram: o candidato à prefeitura de Itumbiara José Gomes da Rocha (PTB) e um PM da escolta do vice-governador.
Segundo a assessoria de imprensa do Governo de Goiás, o atirador estava em um carro, parou na frente do veículo onde o político estava e fez vários disparos.
Um homem que trabalhava na campanha, ainda não identificado, também foi atingido.
Eliton foi socorrido e levado para um hospital. Uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea está a caminho da região de Itumbiara para transportar o vice-governador para Goiânia.
A assessoria de imprensa do governador disse que Eliton passa por uma cirurgia. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dele.
José Eliton, novo secretário de Segurança Pública de Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)José Eliton foi atingido em carreata em Itumbiara (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

VÍDEO: câmera registra jovem sendo arrastada após ser assassinada em Porto Alegre Shaiene da Silva Machado, 17 anos, foi morta a tiros na área central da cidade

Por: Renato Dornelles
Imagens captadas por uma câmera de segurança e divulgadas pela Polícia Civil mostram o momento em que o veículo utilizado pelos criminosos queexecutaram Shaiene da Silva Machado, 17 anos, para na esquina em que ela foi morta, no limite entre os bairros Cidade Baixa e Menino Deus. Pessoas aparecem caminhando ao fundo.
A vítima teria sido abordada por volta das 21h25min de terça-feira na esquina da Rua Barão do Gravataí com a Travessa Pesqueiro. De acordo com o delegado da 2ª DHPP, Adriano Melgaço, pelo menos 17 tiros foram disparados contra a adolescente no local. Boa parte dos disparos a atingiu no rosto e pelo menos três foram pelas costas. Na cena do crime, foram encontrados estojos de munições de calibre 380 e 9 mm.
O momento dos tiros não foi captado pela câmera de vigilância. Em seguida, o corpo de Shaiene aparece no chão. O carro sai em marcha ré e passa por cima da vítima, que fica engatada na parte traseira do veículo e acaba arrastada por cerca de 60 metros.


Transplantada com coração de alemão morto na Olimpíada se emociona Ivonette Balthazar recebeu o coração de Stefan Henze, técnico alemão. 'Ele se foi, mas deu vida a mais cinco pessoas', disse ela.

Do G1 Rio









Ivonette Balthazar, de 66 anos, que estava há um ano e meio na fila do transplante de coração, recebeu o órgão de Stefan Henze, de 35 anos, técnico da seleção alemã de canoagem slalom que competiu na Olimpíada do Rio e que teve morte cerebral após um acidente em um táxi. O alemão foi medalhista de prata na modalidade na Olimpíada de Atenas, como mostrou o RJTV.
Ivonette precisou de um coração novo após sofrer um infarte que deixou sequelas.
“Não tinha ânimo para nada. Tinha dificuldade para dormir, tinha dificuldade para comer”, explicou Ivonette.
Ela e a equipe do Instituto Nacional de Cardiologia agradeceram a família de Henze, que autorizou a doação de órgãos do ex-atleta, e destacaram a generosidade da ação.
“A família estava passando por uma dor imensa, em um país que não é da origem deles, fora de casa”, destacou Jaqueline Miranda, coordenadora do Serviço de Transplantes.
Como tinha boa saúde, foram doadas as córneas, rins, fígado e o coração, que após uma cirurgia de cinco horas, passou a bater no peito de Ivonette.
“Ele se foi, mas deu vida a mais cinco pessoas. Isso é emocionante”, destacou a paciente.
Somente 43 dias após o transplante, Ivonette já participava de panfletagem pela doação de órgãos no Centro do Rio.
“Hoje eu tenho duas datas de aniversário”, encerrou Ivonette.

Anitta posa na beira da piscina com look vazado e sem a parte de baixo Clique foi postado nesta quarta, 28

Anitta (Foto: Reprodução/Instagram)
Uau! Anitta começou esta quarta, 28, sensualizando no Instagram. A cantora postou uma foto onde usando um look vazado pra lá de sensual na beira da piscina - sem a parte de baixo, viu!? Hot!
Nos comentários, chuva de elogios. "Assim eu não aguento", "Lindíssima" e até pedidos de casamento, viu!? "Com essa eu caso na hora", disse um fã. 
Atualmente, Anitta está afastada de seus compromissos profissionais devido a um cisto vocal e tem se comunicado com amigos e família com papel e caneta. Ela foi obrigada a cancelar shows e seus compromissos no programa "Música Boa Ao Vivo", do Multishow.
Recentemente, a diva contou à Glamour como funciona a sua rotina fitness. "Tenho personal e uso a academia no condomínio, mas faço quando consigo. Não fico me cobrando de estar muito magra. Tento sói estar bem, feliz e saudável. Se ficar noiada, enlouqueço", disse.

Glamour.

Jovem que chegou a pesar 30 kg faz campanha contra anorexia em rede social: 'Doença cruel'

Extra

Uma jovem britânica que teve anorexia, chegou a pesar cerca de 30 quilos e quase morreu, está usando sua experiência para fazer uma campanha contra a doença em uma rede social. Hannah Koestler, de 22 anos, tem usado um perfil no Instagram para divulgar fotografias de quando enfrentou o transtorno alimentar e precisou ser internada. Ela quer que o choque causado pelas imagens sirvam de alerta sobre os riscos do excesso de magreza. As informações são do jornal "The Sun".

"Eu sei que as imagens são fortes, mas elas não minha jornada e não devo esconder a verdade. A anorexia é uma doença cruel, que acaba com o corpo e a mente. Eu espero que as minhas fotos impeçam as pessoas de desenvolver transtornos alimentares e inspirem quem os enfrenta a procurar ajuda", diz Hannah, que precisou usar sondas para se alimentar e tubos de respiração para não morresse vítima da doença.

Hannah lembra que ficou tão magra que só podia vestir roupas de criança e que, em um determinado momento de sua vida, só comia três biscoitos integrais por dia. A jovem chegou a ter falência de órgão e queda de cabelo por causa do transtorno alimentar. Por isso, precisou de intensa ajuda médica.
Hannah quando teve anorexia e agora mais saudável
Hannah quando teve anorexia e agora mais saudável Foto: Instagram / Reprodução
"Ver essas fotos antigas sempre me lembra do que aconteceu comigo, mas estou feliz agora e as pessoas precisam saber disso", diz. "Eu tinha uma alimentação normal, mas fui ficando cada vez mais seletiva", lembra ela de quando começou a parar de comer gradativamente.

A doença foi diagnosticada em novembro de 2011. Seus pais se desesperaram e tentaram ajudá-la, mas sem muito sucesso. No ano seguinte, ele foi internada. Apenas em 2013, ele superou a doença e passou a se alimentar normalmente.

Hannha, que agora é universitária, tem usado seu perfil no Instagram, onde tem mais de 120 mil seguidores, para aconselhar outros jovens que possuem transtornos alimentares. E fica feliz em ajudá-los.

"Eu recebo mensagens todos os dias de pessoas me agradecendo por ajudá-las a vencer a anorexia", comemora.

Eleitores não podem ser presos a partir de hoje

Mariana Ohde

preso operação lava jato
Foto: Rodolfo Buhrer/Paraná Portal
A partir desta terça-feira (27), eleitores não podem ser presos ou detidos, salvo em flagrante ou para cumprimento de sentença criminal. A regra está prevista no Código Eleitoral, que entrou em vigor em 1965 e serve para garantir a liberdade do voto.
No próximo domingo (2), mais de 144 milhões de eleitores vão às urnas para eleger vereadores e prefeitos. A regra vale até 48 horas após o encerramento do pleito.
A proibição está no Artigo 236, do Código Eleitoral, e o texto diz: “Nenhuma autoridade poderá, desde 5 (cinco) dias antes e até 48 (quarenta e oito) horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto”.
A regra foi inserida na legislação eleitoral em 1932, com o objetivo de anular a influência dos coronéis da época, que tentavam intimidar o eleitorado. Atualmente, juristas questionam a impossibilidade das prisões, mas a questão nunca foi questionada no Supremo Tribunal Federal (STF).
Operação Lava Jato
Na prática, mandados de prisão não devem ser cumpridos pela Polícia Federal, principalmente na Operação Lava Jato, até a semana que vem, para evitar nulidades nos processos criminais.


Decreto regulamenta uso de algemas

Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado
Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado
Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil
Decreto da Presidência da República publicado no Diário Oficial da União de hoje (27) regulamenta o uso de algemas. Segundo as novas regras, o uso é permitido apenas em casos de resistência e de “fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física” tanto do algemado como daqueles que o cercam. Nesse caso, é necessário que a excepcionalidade seja justificada por escrito.
Ainda de acordo com o decreto, é vedado o emprego de algemas em mulheres presas em qualquer unidade do sistema penitenciário nacional durante o trabalho de parto ou durante o deslocamento entre as unidades prisional e hospitalar. Também é vedado o uso das algemas durante o período em que a presa se encontra no hospital.
O decreto lembra que o uso de algemas deve observar diretrizes previstas na Constituição relativas à proteção e à dignidade da pessoa humana e sobre a proibição de submissão ao tratamento desumano e degradante.
Informa também que o procedimento deve observar as chamadas Regras de Bangkok – diretrizes previstas pelas Nações Unidas, relativas ao tratamento a ser dado a mulheres presas e a medidas não privativas de liberdade para mulheres infratoras – e o Pacto de San José da Costa Rica, que determina o tratamento humanitário de presos e, em especial, das mulheres em condição de vulnerabilidade.

Com 23 dias, greve dos bancários já é a maior desde 2004

Postado por: Mariana Ohde
Renato Araújo/ABr
Renato Araújo/ABr
A greve dos bancários, que entrou nesta quarta-feira (28) em seu 23º dia, já é a terceira mais longa desde 2004, quando a paralisação chegou a 30 dias. Em 2013, a segunda maior do período, a greve teve 24 dias. Ontem, após reunião com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), o Comando Nacional dos Bancários disse que os representantes dos bancos sinalizaram com um novo modelo de acordo, que passará a ter validade de dois anos, em vez de um, como ocorreu nos últimos anos.
“O acordo de dois anos pode ser uma boa alternativa, desde que traga ganho para os bancários”, disse Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. Em nota, a Fenaban disse que a negociação continuará hoje. Segundo os bancários, uma reunião está marcada para as 15h.
Os trabalhadores reivindicam reajuste de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando inflação de 9,31%; participação nos lucros e resultados (PLR) de três salários acrescidos de R$ 8.317,90; piso no valor do salário mínimo do Dieese (R$ 3.940,24), e vales alimentação, refeição, e auxílio-creche no valor do salário mínimo nacional (R$ 880). Também é pedido décimo quarto salário, fim das metas abusivas e do assédio moral.
Atualmente, os bancários recebem um piso de R$ 1.976,10 (R$ 2.669,45 no caso dos funcionários que trabalham no caixa ou tesouraria). A regra básica da participação nos lucros e resultados é 90% do salário acrescido de R$ 2.021,79 e parcela adicional de 2,2% do lucro líquido dividido linearmente entre os trabalhadores, podendo chegar a até R$ 4. 043,58. O auxílio-refeição é de R$ 29,64 por dia.
A proposta dos bancos, apresentada no último dia 9, foi de um reajuste de 7% para os salários e benefícios, somado a um abono de R$ 3.300 a ser pago em até dez dias após a assinatura do acordo. O reajuste seria aplicado também no PLR.
“A proposta apresentada traduz o esforço dos bancos por uma negociação rápida e equilibrada, capaz de atender às demandas por correção salarial e outros itens da Convenção Coletiva, com um modelo ajustado à atual conjuntura econômica”, disse em nota, na noite de ontem, a Fenaban.
Um balanço feito no fim do dia de ontem pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região informa que 913 locais de trabalho, sendo dez centros administrativos e 903 agências fecharam nesta terça-feira (27) na base do sindicato, com mais de 32 mil trabalhadores aderindo à greve.

Patrimônio de ex-vereador acusado de fraude na Saúde subiu 242% em quatro anos.

Vereador Eduardo Gordo Foto: Jorge Casagrande. / Agência O Globo
Bruno Alfano e Marina Lins Navarro

O patrimônio declarado pelo candidato a vereador de São Gonçalo Aristeo Eduardo Teixeira da Silveira (PMDB), o Eduardo Gordo, cresceu 242% em quatro anos. Em 2008, quando disputou uma vaga na Câmara pela segunda vez, declarou ter R$ 795.213,35. Nas eleições municipais seguintes, o valor subiu para R$ 2.721.324,06.
Na manhã desta terça-feira, o EXTRA circulou em São Gonçalo sem o caderno da cidade, depois que um grupo de 30 homens esteve, durante a madrugada, na central de distribuição, em Niterói, e forçou a venda do suplemento que trazia, na capa, denúncia contra Gordo, que é ex-presidente da Câmara de Vereadores. Ele é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de fraudes com verbas da Saúde, em 2005.

O grupo forçou a venda de todos os cadernos “Mais São Gonçalo”, que não pode ser comercializado separadamente e sequer tem preço. O objetivo era impedir que os jornal chegasse completo nas bancas. Os homens perguntaram especificamente pela reportagem sobre Gordo. O grupo também forçou a venda do jornal “O Fluminense”, que trazia a mesma notícia.
Em nota, ele negou que tenha ordenado a retirada dos jornais das bancas e declarou que “a evolução patrimonial decorre de atividades exclusivamente privadas e nem poderiam ter qualquer relação com fatos anteriores a 2007”. Este ano, os bens de Gordo chegaram a R$ 2.723.984,83. Ele é dono de duas casas em São Gonçalo, três apartamentos em Cabo Frio, um em Niterói e três terrenos em Cachoeiras de Macacu. O candidato também declarou ter R$ 40 mil em espécie.
O Ministério Público Estadual informou que a promotoria eleitoral de São Gonçalo recebeu a denúncia do recolhimento dos jornais, e que analisará a questão, e, “se for o caso, instaurará procedimento investigatório”, segundo nota. A promotoria tem a atribuição de propor ações que impliquem cassação de registro ou de diploma.
A denuncia do MPF aponta que ele e três empresários faziam parte de um esquema de falsificação de guias para receber verba do SUS por serviços nunca prestados. O ex-vereador teria recebido um total de R$ 57 mil, em três ocasiões. Eduardo Gordo já havia sido denunciado pelo Ministério Público Estadual. O filho do político, Aristeu Raphael Lima da Silveira, também foi acusado de receber em sua conta propina destinada ao pai.
“Os fatos só vieram à tona às vésperas das eleições, o que denota o mais escuso interesse dos adversários políticos (...). A defesa tem convicção de que a verdade prevalecerá e que a inocência será provada no curso da instrução regular do mesmo”, disse o candidato, em nota oficial, que continua: “É direito do Ministério Público investigar os fatos que entender necessários, como é direito dos acusados exercerem o mais amplo direito de defesa para provarem a sua inocência. O que não se pode é afirmar a culpa de qualquer pessoa sem condenação”.
No início da tarde desta segunda, a assessoria do PMDB de São Gonçalo informou que o candidato Eduardo Gordo seria expulso do partido se ficasse comprovada a participação dele no esquema de desvio de recursos da Saúde.
— É um caso isolado, envolvendo um candidato do partido. Se ficar comprovado, o PMDB vai tomar as providências e até expulsá-lo — afirmou, através de sua assessoria, a presidente municipal da sigla, Graça Matos, vice-candidata à prefeitura na chapa de Neilton Mulim (PR).
No fim do dia, porém, a sigla mudou de posição, e disse que não se pronunciará até a conclusão do processo.

STF transfere para Justiça Federal de Brasília inquérito que investiga Cunha Inquérito apura se ex-deputado vendeu emenda para favorecer banco BTG. Perda de foro privilegiado motivou transferência. Cunha nega irregularidade.

Mariana OliveiraDa TV Globo, em Brasília
O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, enviou para a Justiça Federal de Brasília inquérito que investiga o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o empresário André Esteves e o ex-presidente da Construtora OAS José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro.
Os três são alvos em apuração de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por suspeita de que Cunha teria atuado em parceria com Léo Pinheiro para vender emenda parlamentar que teria beneficiado o banco BTG Pactual.
No ano passado, Eduardo Cunha negou ter atuado para beneficiar o BTG Pactual e afirmou que a emenda que apresentou era contrária aos interesses do banco. O BTG negou que tenha feito pagamentos ao ex-deputado em troca de benefícios.
Com a perda do mandato de Eduardo Cunha, o relator entendeu que o caso não deve mais tramitar na Supremo Tribunal Federal porque porque agora nenhum dos investigados tem o chamado "foro privilegiado", pelo qual só poderia ser julgado pelo STF.
“Presente o contexto ora exposto, impõe-se acolher a promoção do eminente Chefe do Ministério Público da União, tendo em vista a cessação da investidura de Eduardo Cosentino Cunha no exercício do mandato de Deputado Federal, eis que a situação político-jurídica que lhe garantia, constitucionalmente, prerrogativa de foro, ‘ratione muneris’, perante esta Corte deixou de prevalecer quando a Câmara dos Deputados decretou-lhe a perda do mandato  parlamentar”, afirmou o ministro.
O caso estava com o ministro Teori Zavascki, mas ele retirou as investigações do âmbito da Operação Lava Jato. Para o ministro, não o episódio não tem relação com o esquema de corrupção na Petrobras e, portanto, o inquérito deveria sair da Lava Jato e ter um novo relator.
O presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, atendeu ao pedido e determinou a redistribuição – por sorteio, ficou com Luiz Fux, que se declarou impedido. Em razão disso, o processo foi repassado para Celso de Mello.

O inquérito se baseia na delação do senador cassado Delcídio do Amaral, que afirmou que é "fato conhecido a relação de André Esteves com o deputado Eduardo Cunha".
"O presidente da Câmara funcionava como menino de recados de André Esteves, principalmente quando o assunto se relacionava a interesses do banco BTG, especialmente no que tange a emendas às medidas provisórias", disse na delação.
Durante buscas em desdobramento da Lava Jato no ano passado, investigadores encontraram na residência de Diogo Ferreira, chefe de gabinete de Delcídio, um documento com uma anotação indicando suposto pagamento de R$ 45 milhões do BTG para Cunha.

O documento dizia: "Em troca de uma emenda à Medida Provisória número 608, o BTG Pactual, proprietário da massa falida do banco Bamerindus, o qual estava interessado em utilizar os créditos fiscais de tal massa, pagou ao deputado federal Eduardo Cunha a quantia de R$ 45 milhões".

REUNIÃO DE BERNARDO LIMA NA CASA DO FUMANCHÚ.

Esteve presente ontem na reunião na residência do Fumanchú, o prefeito Florentino Neto, seu vice Chagas Fontenele, muitas lideranças, do bairro, da cidade, muitas pessoas admiradoras de Bernardo Lima e do Florentino Neto.

Nós agradecemos a todos de coração.

Bernardo Lima - 11.223 para vereador, e Florentino Neto para prefeito.

Vamos dar uma chance para Bernardo Lima - 11.223 para ele provar do que é capaz, tralhar honestamente, pois é uma pessoa digna, honesta, trabalhadora, tem um bom coração.

Vai juntamente com Florentino trabalhar por uma Parnaíba muito melhor.

VAI DAR CERTO
Fotos Fumanchú

Medicamento dolutegravir é nova opção do SUS para pacientes com HIV

O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira, 28, que novos pacientes em tratamento contra HIV e Aids receberão um medicamentos diferente do que os que estão disponíveis hoje. A pasta calcula que cerca de 100 mil pacientes iniciem tratamento contra a doença usando o novo medicamento a partir de 2017.

De acordo com o ministério, foi possível conseguir desconto de 70,5% na compra do dolutegravir, um antirretroviral. Os preços caíram de US$ 5,10 para US$ 1,50, declarou a pasta. “Estamos oferecendo esse tratamento sem impacto orçamentário”, disse a diretora do ministério Adele Benzaken. O orçamento para aquisição de remédios do tipo é de R$ 1,1 bilhão.

Além de pacientes que ainda não fazem tratamento contra o HIV, pacientes que apresentam resistência aos medicamentos atuais, o que corresponde a 17 mil pessoas, também serão beneficiados com o remédio.

Como é X como será
Hoje, pacientes com Aids e HIV usam três remédios disponíveis no SUS -- tenofovir, lamivudina e efavirenz -- combinação conhecida como "três em um".

A partir de 2017, a indicação será de dolutegravir associado ao "dois em um" (tenofovir + lamivudina). Ou seja, o dolutegravir substituirá o efavirenz. Segundo o ministério, o dolutegravir é considerado “o melhor tratamento” para esses casos.

Novidade vale para pacientes novos, que ainda não iniciaram tratamento, e para os que desenvolveram resistência aos medicamentos atuais

“O tratamento atual é o três em um, que traz alguns efeitos colaterais extremamente incômodos para um certo percentual de pessoas. Esse efeito se dá no começo de tratamento”, afirmou Adele, referindo-se a casos de alucinações ou depressão. “Já as pessoas que tomam o três em um e que não têm efeito colateral e estão muito bem, não tem por que fazer essa modificação.”

Segundo Adele, o fato de que o dolutegravir não será indicado para todos os pacientes, apenas para os que ainda não iniciaram o tratamento e os que apresentam resistência ao esquema anterior - deve-se a uma limitação da própria empresa em produzir o medicamento. "Estamos comprando 40 milhões de comprimidos. A entrega não vai ser imediata. É a partir de janeiro e é gradativa. Por isso que a gente não pode incorporar todas as pessoas em tratamento”, continuou a diretora.

Segundo dados do ministério, entre 2005 e 2016, o total de brasileiros em tratamento passou de 165 mil para 483 mil. Desde o começo do ano até agosto, 48 mil pacientes iniciaram tratamento.

Entre 1980 e junho de 2015, o Brasil registrou 798.366 casos de Aids. No período entre 2010 e 2014, foram confirmados 40,6 mil casos em média. A taxa mortalidade apresentou queda de 10,9% nos últimos anos, passando de 6,4 por 100 mil habitantes em 2003 para 5,7 por 100 mil habitantes em 2014.

G1DF