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Federação das Industrias do Estado do Piauí

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terça-feira, 30 de maio de 2017

Advogada e ex-repórter de TV, envolvida com facção, pode estar se escondendo no Rio

Luana é inscrita na OAB e foi repórter de um programa de TV entre 2012 e 2015
Jéssica Lauritzen
Suspeita de envolvimento com a maior facção criminosa de São Paulo, Luana de Almeida Domingos, a Luana Don, de 32 anos, pode estar se escondendo no Rio de Janeiro, segundo informações repassadas à polícia. Contra ela, há um mandado de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Luana foi repórter em um programa de televisão entre 2012 e 2015. É também advogada, inscrita na subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da Lapa, Zona Oeste de São Paulo, e está sendo procurada pela polícia da região.

De acordo com a corporação, a criminosa integra uma célula denominada “Sintonia das Gravatas”, responsável pelos interesses jurídicos da facção, atuando como “pombo correio”, entre os chefes presos e o restante da quadrilha, levando ordem do comando para seus integrantes.

ATUAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

O maior grupo criminoso de São Paulo atua dentro e fora dos presídios, sob o comando do traficante Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola. O criminoso teria outros seis codinomes - Amigo 1013, Boy, Playboy, 40, Narigudo e Ladrão de Oxigênio - usados para transmitir suas ordens às comunicações controladas pela facção, segundo relatório produzido pela Polícia Civil na Operação Ethos. Desde novembro do ano passado, quando teve início, a operação resultou no cumprimento de 54 mandados de prisão preventiva, 14 deles contra pessoas já presas, entre elas o traficante Marcola. A mais recente apreendida foi a advogada Maria Fernanda Martinhão.
A advogada Maria Fernanda foi presa pela Operação Ethos
A advogada Maria Fernanda foi presa pela Operação Ethos Foto: Divulgação
Quem tiver qualquer informação sobre a localização de Luana de Almeida Domingos, pode denunciar pelos seguintes canais: WhatsApp ou Telegram dos Procurados (21) 98849-6099; pela central de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, pelo Facebook (inbox) ou pelo aplicativo do Disque Denúncia. O Portal garante anonimato.
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