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Federação das Industrias do Estado do Piauí

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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Escravizada pelo Estado Islâmico, mulher foi forçada a comer carne do cadáver do próprio filho

Escravizada pelo Estado Islâmico, mulher foi forçada a comer carne do cadáver do próprio filho
Uma escrava sexual do Estado Islâmico disse ter sido forçada a comer a carne, com arroz, do seu próprio filho. A história foi contada por Vian Dakhil, a única deputada yazidi do parlamento iraquiano. 
De acordo com ela, a criança foi morta pelo EI e sua carne foi cozinhada. 
"Uma das mulheres que conseguimos resgatar do Estado Islâmico contou que estava presa numa cave durante três dias, sem comida nem nada", contou Dakhi. "Depois eles trouxeram-lhe um prato de arroz com carne. Ela comeu tudo porque tinha muita fome. Quando ela acabou de comer eles disseram-lhe: 'nós cozinhámos o teu filho de um ano que raptámos e foi isso que acabaste de comer'".
Durante a entrevista, Vian e o jornalista choraram.
A mulher foi uma das escravas que foram libertadas pelas forças iraquianas que combatem o EI. Ela é yazidi, considerada "demoníaca" por fanáticos islâmicos por não sem nem árabe, nem muçulmana.
Esta publicação tem como objetivo denunciar as brutais práticas do Estado Islâmico.
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