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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Há exatos 49 anos, grupo de Dilma Rousseff assassinava o soldado Mario Kozel

Há exatos 49 anos, grupo de Dilma Rousseff assassinava o soldado Mario Kozel
Em 26 de junho de 1968, há 49 anos, o soldado do exército brasileiro Mário Kozel Filho, de apenas 19 anos, era morto após ataque praticado pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) ao Quartel General do II Exército, o atual Comando Militar do Sudeste, na cidade de São Paulo, durante o governo do marechal Artur da Costa e Silva.
Diógenes José Carvalho de Oliveira, Pedro Lobo de Oliveira e José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, integrando um grupo de onze militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), lançaram um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel General do II Exército, no bairro de Ibirapuera, em São Paulo. A guarda disparou contra o veículo, que bateu na parede externa do Quartel General. Mário foi em direção ao carro-bomba. A carga com vinte quilos de dinamite explodiu em seguida, atingindo uma área de raio de 300 metros. O corpo de Mário Kozel Filho foi despedaçado e saíram feridos gravemente outros seis militares.
Apenas em 2007 os pais de Kozel descobriram que tinham direito à pensão pela morte do filho, a exemplo do que acontece com a família de Carlos Lamarca, o capitão da guerrilha assassina. Em 2012 o O General de Divisão na Reserva do Exército Luiz Eduardo Rocha Paiva disse que iria investigar os atentados terroristas que mataram o jovem, assim como as violações dos direitos humanos cometidas pelo exército. Segundo o General, a ex-presidente Dilma Rousseff integrava o VAR-Palmares, que lançou o carro bomba que matou o soldado.
Recentemente, a Lava Jato descobriu por meio de delação da marqueteira, Monica Moura, que Dilma, segundo a delatora, utilizava um e-mail para se comunicar com o casal, Monica e Joao Santana. 
O endereço de e-mail era 'iolanda2606@gmail.com'. Iolanda, nome da esposa de Costa e Silva, e 2606, data do atentado terrorista.

Com Jarnalivre
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