Fachin havia pedido a redistribuição de alguns dos seus casos por entender que não têm ligação direta com a força-tarefa, apesar de terem sido originados de delações de executivos da Odebrecht.
O inquérito que foi para as mãos de Lewandowski apura um suposto pagamento de propinas da empreiteira para a campanha eleitoral de Aécio, do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), do ex-deputado Pimenta da Veiga (PSDB-MG) e do deputado Dimas Fabiano Toledo Júnior (PP-MG).