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Federação das Industrias do Estado do Piauí

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terça-feira, 13 de junho de 2017

Rapper de direita louva Bolsonaro e irá fazer tatuagem em homenagem ao Coronel Ustra.

O Brasil, por se tratar de país Democrático, no qual as pessoas podem ou deveriam se expressar sem retaliações, mostra a sua diversidade por meio das músicas. Muitas delas mostram a realidade do dia-a-dia da população. O rap é um bom exemplo disso, é que muitos compositores mostram o sofrimento dentro das comunidades carentes, o abandono por parte dos governantes.
Luiz Paulo Pereira da Silva, 22, morador da Macaxeira, bairro pobre da zona norte do Recife, se denomina como o pioneiro do “rap destra”, isto é, um seguimento do hip-hop que fala do conservadorismo e clamam pela “moral e os bons costumes”.
Veja o vídeo da música:
Luiz pretende fazer tatuagens em homenagem ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra; ex-presidente Emílio Garrastazu Médici e o general Newton Cruz. Ele comenta que por conta de seu pensamento ideológico recebe muitas criticas “Eles falam tanto que o rap é livre e que pregam a liberdade de expressão, mas são contra a minha, eu não sou contra a deles”, afirma Luiz.
Ao observar a maioria dos raps brasileiros, Luiz conta que encontrou “muita coisa incoerente nas letras deles, demonizando a polícia, por exemplo”. “Mas quando são assaltados ou roubados, não vão ligar pra bandido.”
A inspiração para as suas composições, segundo Luiz, foram justamente os artistas de esquerda: “Chico Buarque é um dos maiores compositores do Brasil, pra ser sincero. Acho fascinante a mensagem subliminar nas letras dele, eu queria fazer aquilo, hoje faço pra falar mal deles.” “Falar mal não, falar a verdade”, corrige-se.
Por fim, Luiz comenta sobre o porquê defende o regime militar, e diz que utiliza do marketing para dar força as “#UstraVive” e ao”viva o regime militar”. Mas diz que “não defendo a volta do regime militar, defendo que foi necessário naquele momento contra a tentativa de golpe comunista”.

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