O ministro Alexandre de Moraes, indicado por Michel Temer, falou durante uma hora e meia. 
Em vez de votar ao final de sua fala, Moraes pediu vista. 
Não há data para que o julgamento da ação sobre a extensão do foro privilegiado volte à pauta do STF.
O relator da ação, Luis Roberto Barroso, quer restringir o foro privilegiado a casos que envolvam crimes cometidos durante e em razão do exercício do cargo ou mandato. Prevalecendo tal entendimento, investigações e ações penais como as da Lava Jato seguirão para juízes de primeira instância.
É essa 'eficiência' da Suprema Corte que o povo tanto questiona. Uma ação decisiva acaba levando meses, ou até anos para ser concluída.