Joesley Batista contou em depoimento, que foi informado pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima de que Michel Temer teria uma sala anti-grampo no Palácio do Jaburu, onde trataria de “assuntos mais sensíveis”.
Segundo a reportagem do UOL, Joesley contou que a dica de Geddel o ajudou a comprar o gravador que culminou em sua delação premiada no âmbito da Lava Jato, que teve como prova contra Temer uma conversa gravada no Jaburu em março deste ano.
Joesley contou ter escolhido um gravador envolvido em uma camada de borracha acreditando que o material isolante protegeria o gravador dos bloqueadores. O modelo utilizado pelo empresário é uma miniatura no formato de um pendrive, com cerca de 7 cm de comprimento e menos de 2 cm de largura.
Ele foi envolvido em uma espécie de fita de borracha, o que pode ter atrapalhado a gravação.