FumanchúWebRádio

fan page

Federação das Industrias do Estado do Piauí

Federação das Industrias do Estado do Piauí

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Motivo de reunião de emergência do PSDB é revelado

News Atual
A força-tarefa do MPF em Curitiba divulgou nota dizendo que a condenação de Lula a nove anos e meio de prisão, além do ressarcimento de R$ 16 milhões corrigidos aos cofres públicos, foi possível graças a um conjunto robusto de provas.

E avisou que vai recorrer para aumentar a pena de Lula e por discordar da absolvição sobre o crime de lavagem envolvendo o armazenamento de bens da presidência em depósito da Granero.
Leiam:
A força-tarefa da operação Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) vem a público reconhecer que a sentença que condenou o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva ostenta robusta fundamentação fática e jurídica, tendo analisado todo o enorme conjunto de provas apresentadas na denúncia e nas peças das defesas e produzidas na instrução da ação penal. O processo tramitou às claras, com transparência, e permitiu amplas possibilidades para a defesa produzir provas e apresentar argumentos, os quais foram analisados detalhadamente pela Justiça.
Com base nas provas, as quais incluem centenas de documentos, testemunhas, dados bancários, dados fiscais, fotos, mensagens de celular e e-mail, registros de ligações telefônicas e de reuniões, contratos apreendidos na residência de Lula e várias outras evidências, a Justiça entendeu que o ex-presidente Lula é culpado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro de que foi acusado pelo Ministério Público Federal.
Os tucanos se reuniram para tomar uma decisão em conjunto, porém, o intuito só foi divulgado agora.
O Brasil vem vivendo uma grande crise política atualmente e isso se dá pelo fato de o presidente da República Michel Temer estar sendo acusado pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot de ter protagonismo em atos de corrupção passiva.
A suspeita surgiu após a delação do empresário dono da JBS Joesley Batista, na qual o próprio apresentou um áudio em que o presidente Michel Temer falava sobre manter o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha de “boca fechada” dentro da prisão.
Após essa explosão na mídia, um processo foi aberto contra o atual presidente, para ser investigado no Supremo Tribunal Federal (STF).
Para isso, o processo deve ser aprovado por 2/3 na Câmara dos Deputados e depois pela maioria (50% mais 1) no Senado Federal.
Caso haja essa aprovação, o presidente será afastado até que a investigação seja concluída, caso seja absolvido voltará ao seu cargo.
Eleições indiretas serão convocadas se Temer for condenado, enquanto isso, quem assume interinamente é o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia.
Cúpula do PSDB se reúne para decisão
O #Motivo da #Reunião dos tucanos foi exatamente decidir se ficará contra ou a favor de Michel Temer neste processo, já que o partido conta com muitos deputados federais dentro da Câmara dos Deputados e muitos senadores federais dentro do Senado Federal, ou seja, o apoio deste partido é muito importante para Michel Temer se perpetuar no poder.
Geraldo Alckmin, Aécio Neves e até mesmo o ex-presidente FHC , participarão da reunião para decidirem se continuam na base do governo Temer durante essa grande crise política que o governo federal vem enfrentando.
O presidente da República Michel Temer sofre oposição do Partido dos Trabalhadores (PT), no qual já compôs a chapa presidencial ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff, porém,
Temer se afastou do partido após não ter apoiado o governo petista durante o impeachment de Dilma em 2016 e, durante a crise política do governo do PT, ter enviado uma carta para a petista, afirmando ser um vice decorativo e não tomar decisões em seu governo.
Após a saída de Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer assumiu e propôs duas reformas que julgou necessárias para o país, como a da previdência social e dos direitos trabalhistas, porém, estas devem paralisar ou serem atrasadas se Michel Temer deixar a presidência no meio do seu mandato.
As novas eleições diretas são em 2018, mas o novo comandante do país deve assumir antes, com a saída de Temer.
Via blastingnews.com
Postar um comentário