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sábado, 29 de julho de 2017

Segundo suspeito da morte do capitão da PM é preso em Timon

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O segundo suspeito de envolvimento na morte do capitão Antonio Carlos Pinto de Farias, na última quarta(26) em um restaurante em Timon, se apresentou na Central de Flagrantes na noite de ontem(28), por volta das 19h30. O oficial da PM estava almoçando no estabelecimento quando um bandido anunciou o assalto, o capitão reagiu, atirou em um suspeito, mas este revidou e acertou a cabeça do policial. 
Identificado como Márcio Douglas Lima Vasconcelos ficou preso por força de um mandado de prisão expedido pela Justiça do Piauí. Ele foi ouvido pela morte do capitão e negou que tivesse participação no crime.
De acordo com o delegado regional de Timon, Humaitan Oliveira, ele ficou com medo por ser suspeito de matar um policial e acabou se apresentando. “Ele negou participação no crime, era foragido da justiça, mas ficou com medo de sua integridade física e se apresentou”, afirmou o delegado. 
Márcio Douglas foi transferido para Teresina já que tem uma condenação de cinco anos e sete meses por roubo que deve ser cumprida em uma penitenciária do Piauí, mas irá responder pelas acusações da morte do capitão na cidade maranhense.
Marcio Douglas seria o condutor da motocicleta que deu fuga a Francisco das Chagas Fonseca Farias, 34 anos, suspeito de atirar contra o capitão na tentativa de assalto. Francisco das Chagas chegou a ser atingido no ombro pelo oficial da PM. 
A arma do capitão e o revólver utilizado pelos suspeitos, um revólver calibre 38, foram apreendidos. O chefe de investigação do 1º DP de Timon, Edilberto Régis, informou que Francisco foi preso em 2015 por roubo em um estabelecimento comercial em Teresina. O suspeito aguardava julgamento em liberdade. A audiência estava prevista para o fim de 2018. Além de roubo, Francisco tinha passagem também por porte ilegal de arma.
Márcio Douglas também é conhecido da polícia maranhense suspeito de realizar roubos na cidade. Uma terceira pessoa também está sendo investigada, suspeita de ser a agenciadora do crime por ter emprestado a arma e a motocicleta. 
O capitão estava na Polícia Militar desde 1991 e era lotado no Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) no Quartel do Comando Geral. Natural de Parnaíba, seu corpo foi velado e enterrado em sua terra natal. 

Caroline Oliveira
carolineoliveira@cidadeverde.com
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