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Federação das Industrias do Estado do Piauí

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segunda-feira, 9 de julho de 2018

Rogério Favreto traiu os colegas do TRF-4 ao tentar soltar Lula.

Imprensa Viva

Contrariando todas as decisões de todos os tribunais de todas as instâncias do país, inclusive o seu próprio tribunal, o desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional da Quarta Região (TRF4), acolheu um pedido de habeas corpus em favor do ex-presidente Lula, e mandou soltar o petista. Os três desembargadores da 8.ª Turma do TRF-4 haviam condenado o petista por unanimidade e Lula cumpre, desde o início de abril, uma pena de 12 anos e um mês de prisão por corrupção, deixou o Brasil apreensivo diante das decisões conflitantes relacionadas com sua possível libertação.

Mas Favreto, o petista de plantão no TRF-4, não ousou apenas tentar soltar Lula logo nas primeiras horas da manhã do domingo, 08.

Por volta das 09H05, o estabanado desembargador, um ex-filiado ao PT, ordenou que Lula fosse, após acolher um pedido de habeas corpus feito pelos deputados petistas Wadih Damous e Paulo Pimenta.

O juiz de primeira instância Sérgio Moro agiu rápido e impediu que a Polícia Federal acatasse a ordem de Favreto. Para manter Lula preso, Moro alegou que que Favreto não tinha competência para ordenar a libertação de Lula.

Logo após a manifestação de Moto, Favreto emitiu uma nova ordem de libertar Lula, por volta de 12:30. Logo em seguida, o desembargador João Pedro Gebran Neto, relator do caso de Lula no TRF4, anulou a segunda ordem de soltura emitida por Favreto.

Horas mais tarde, Favreto ordena pela terceira vez a soltura imediata de Lula: “Reitero o conteúdo das decisões anteriores, determinando o imediato cumprimento da medida de soltura no prazo máximo de uma hora”.

Somente no meio da noite, por volta das 19:30, veio a decisão do presidente do TRF4, Thompson Flores, que  decidiu, em caráter definitivo, manter Lula preso, respaldando a decisão do relator do caso, Gebran Neto.

O desgaste do trapalhão petista no TRF-4 e no Brasil perdurou durante todo o dia. Dificilmente Rogério Favreto conseguirá recobrar o clima de confiança entre a população e entre os próprios colegas do Tribunal, após ousar, por meio de uma decisão monocrática, atropelar decisões unânimes pela manutenção de Lula na prisão. 
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